Na sequência da greve decretada, durante os próximos 4 dias, pelo Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Maritimos do Centro e Sul de Portugal, o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) esclarece:
As plataformas logísticas são uma aposta estratégica do desenvolvimento da economia nacional. Para o seu êxito, é fundamental que nelas não vigore um regime de trabalho fechado.
As entidades do sector e os agentes económicos tiveram um empenhamento total no diálogo. O processo foi objecto de negociações com os sindicatos, empregadores e autoridades do sector.
Só o sindicato de Lisboa parece recusar esta aposta decisiva para a criação de mais postos de trabalho e a modernização das infra-estruturas de apoio à actividade produtiva, já que em todos os outros portos a nova lei não suscita oposição.
Todas as partes, incluindo os sindicatos, apresentaram propostas que foram globalmente acolhidas e que estão reflectidas no documento final. Em mais uma prova do esforço desenvolvido por todas as partes responsáveis, as reuniões de negociação com os sindicatos decorreram até à madrugada do dia de hoje.
O IPTM, não pode deixar de lamentar o comportamento assumido pelo sindicato e o recurso a uma greve que penaliza fortemente a actividade portuária e a economia nacional.
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